REVISTA VOLUNTARIADO
DEFCON poder
Perspetivas sobre o Voluntariado na APCAS
Voluntário na APCAS
Fazer voluntariado é sentir-me realizado todos os dias que ajudo no que quer que seja. Torna-se ainda mais especial quando o faço na APCAS. Na APCAS tenho uma família, uma família na qual sinto um orgulho imenso em fazer parte. Faço voluntariado em várias “áreas”, sendo estas no desporto (torneios de desporto escolar, demonstrações de boccia, slalom em cadeira de rodas), angariação de fundos (eventos anuais da APCAS como por exemplo churrasco, festas,), a famosa Colónia de Férias da APCAS anual, etc. Faço tudo isto pois ver aqueles sorrisos e a felicidade na cara de todos os jovens que ajudamos é uma sensação indescritível. Para mim o voluntariado é uma experiência bastante enriquecedora, não só a nível pessoal, mas também a nível social, pois é uma boa forma de conhecer novas caras.
Na APCAS, os voluntários são tratados como qualquer colaborador ou membro da direção, sendo reconhecidos pelo seu trabalho seja em que evento for. É também muito importante realçar que a APCAS faz questão de agradecer todo o apoio que os seus voluntários dão, seja em eventos desportivos ou em qualquer outro evento. É por causa de atitudes como esta que os voluntários da APCAS continuam cada vez mais empenhados e motivados em ajudar em tudo! Como voluntário da APCAS de há muitos anos, tenho o orgulho de dizer que somos uma verdadeira família, unida e sempre junta, nesta caminhada sem fim.
Fazer voluntariado é gostar daquilo que fazemos e fazermos aquilo que gostamos.
Voluntário na APCAS
Ser voluntário na APCAS é muito mais do que simplesmente ser voluntário… é pertencer a uma família que todos os dias nos acolhe, nos protege e que nos ajuda em tudo. Sou voluntário há muitos anos e ao longo deles aprendi que qualquer ato, por mais insignificante que seja, tem um grande impacto na vida dos outros. Na APCAS encontrei aquilo que mais falta faz neste mundo, preocupação com o próximo, em cada atividade proporcionada pela APCAS vem o carinho, a dedicação e a boa-disposição que só sabe quem conhece a associação. Já tive o prazer de participar em inúmeras atividades da APCAS, mas nenhuma é tão gratificante como a colónia de férias durante o verão. Arrisco-me a dizer que, para mim, é o melhor evento da APCAS. São três semanas de puro amor, sorrisos e muita alegria. Onde damos a oportunidade para muitos meninos e meninas saírem de casa e passarem o dia connosco. É cansativo, mas os sorrisos deles fazem esquecer tudo… desde um simples bom dia a um simples beijinho ou abraço, são pequenos momentos que me enchem o coração e que me fazem querer fazer mais e mais… e é esse o espírito que eu sinto que existe dentro da APCAS. Perguntam-me muitas vezes a razão de eu fazer voluntariado e de perder horas e horas todos os dias… na qual eu tenho vindo sempre a dar a mesma resposta… por causa da APCAS.
Voluntária na APCAS
Sou voluntária da APCAS há mais de 8 anos e ainda não consegui arranjar as palavras certas para descrever o que é e como é…fazer parte desta grande família. Ser voluntária nesta grande família é sentir que pertencemos, é sentir uma entrega do tamanho do mundo, é saber que tudo o que fazemos é com o maior gosto e com a maior alegria possível. É saber que estou a proporcionar momentos de felicidade, é saber que de alguma maneira eu estou a contribuir para que o dia de alguém seja melhor. É chegar a casa e querer contar todas as histórias desse mesmo dia, é ter o coração cheio de amor, é ser recompensada em todos os níveis por eles. Recompensa esta que pode ser simplesmente um olhar, um toque, um movimento…um “goto ti”.
Para além disto, ser voluntária na APCAS…é ter uma segunda casa. É ter uma segunda família que se apoia nos bons e maus momentos. Uma família que tem milhares de histórias para contar, milhares de momentos partilhados. Uma família que trabalha junta, que treina junta, que vai ver concertos, que vai passear, que vai ao cinema…uma família que se apoia e que se une sempre que é preciso. Só quem conhece é que sabe, só quem trabalha e lida diariamente com todas as pessoas da família APCAS é que sabe o sentimento que é quando por exemplo um atleta/trabalhador/amigo ganha uma medalha de ouro numa competição europeia. Só quem conhece é que sabe a dor que foi perder dois dos nossos companheiros de muitas aventuras. Só quem conhece é que sabe o verdadeiro significado da palavra amizade.
Apcas é amor, é amizade, é solidariedade, é inclusão, é perseverança, é força, é FAMILIA.
Voluntária na APCAS
Quando ingressei na Força Aérea e fui colocada longe de casa, foquei-me mais no trabalho, no convívio com os novos colegas e o tempo livre que tinha foi sempre para ir ter com os familiares. No entanto, ainda a trabalhar na Força Aérea conheci uma associação que rapidamente se tornou super especial para mim, a Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal. Assisti a algumas demonstrações, treinos e fui a convívios. Decidi então, uns tempos depois juntar-me a eles e ajudar no que fosse necessário. Enquanto voluntária da APCAS, rapidamente me fui apercebendo que estava a lidar com pessoas e casos completamente novos e intrincados para mim. Convivo, arbitro, treino e jogo com crianças e jovens que têm muitas dificuldades em comunicar, alguns deles só comunicam mesmo com os olhos e expressões faciais. No entanto esta nova realidade, que inicialmente me deixou temerosa, celeremente me mostrou que era super enriquecedora.
As crianças e jovens da associação referenciam os voluntários e o seu trabalho, e nós enquanto voluntários acabamos por nos sentir muito mais família que qualquer outro título. Somos de facto uma grande família, que tem por objetivo proporcionar condições que permitam uma igualdade de oportunidades às pessoas com paralisia cerebral e outras incapacidades, bem como aos respetivos familiares. Acreditamos na igualdade, na inclusão e cremos que a cidadania é um direito universal.
Na APCAS temos várias atividades, e trabalhamos em parceria, com outras associações, com o Comité Paralímpico, com a Fundação Benfica, entre outros. No entanto a atividade em que me sinto mais à vontade é o boccia, foi o desporto que mais me cativou, por várias razões. Os primeiros elementos que conheci da APCAS eram/ são atletas de boccia, e tenho um amigo meu que é também atleta de boccia no Futebol Clube do Porto e representa a Seleção Nacional. Nesta área já fiz formação de arbitragem, também com o intuito de ajudar a associação em demonstrações públicas e em torneios de Desporto Escolar e Boccia Senior.
O que me emociona… Todos os dias são uma aprendizagem para mim, quanto mais convivo com os elementos da associação, mais fácil se vai tornando a comunicação e a criação de laços. Emociona-me cada vitória minha em conseguir chegar às crianças com mais dificuldades de comunicação e locomoção, emocionam-me os abraços sinceros. E é através dos gestos de carinho, de gratidão, que me apercebo que de facto “os diferentes” são os demais, pois aos meus meninos não falta humanidade.
“Não devemos ter medo dos confrontos… até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas” (Charles Chaplin)
Voluntário na APCAS
Para mim o “ser” voluntário não tem uma explicação racional; se me perguntam porque o faço eu não consigo responder, acredito sim que é algo que cresce de forma inata e passa a ser uma forma de estar. Saí dos escuteiros no meu segundo ano na Força Aérea Portuguesa por ter entrado para a faculdade e por não conseguir conciliar as três coisas ao mesmo tempo. Não obstante, o “bichinho” do Voluntariado ficou e na faculdade participei em algumas ações de Voluntariado relacionadas com o meu curso de Desporto, a última das quais ficou enraizada até aos dias de hoje.
A Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal (APCAS) e eu cruzamos caminho no final de 2012; Eu precisava de fazer a minha tese final de licenciatura e queria fugir ao clichê de estagiar num ginásio ou num clube desportivo. Precisava de um desafio e de um estágio que me permitisse fazer qualquer coisa “fora da caixa” e decidi fazer o projeto final numa associação que promovesse o Desporto Adaptado. Fui apresentado ao presidente da APCAS por um professor da faculdade que me explicou o projeto que a associação estava a desenvolver com crianças com paralisia cerebral no âmbito desportivo e não pensei duas vezes.
Durante os seis meses finais de curso trabalhei com a APCAS na promoção e divulgação de Desporto para pessoas com deficiência, mais focado para a paralisia cerebral, o que me permitiu entrar num mundo que até ali era completamente alheio e estranho. Crianças em cadeiras de rodas com dependência total ou parcial dos pais, algumas sem nunca terem proferido uma palavra, outras com a consciência de que nunca poderão andar pelo próprio pé, tudo isto foi um choque ao qual eu não me poderia ter preparado.
Para se saber o que é força sugiro que se olhe para um miúdo que, apesar das limitações acima descritas, nos consegue encarar no final do dia no treino com um sorriso nos lábios enquanto o pai empurra a cadeira de rodas. Dá-nos algum sentido de perspetiva. Foi esse sentido de perspetiva que me levou a que, após o término da licenciatura, eu adotasse aquela família e a tomasse como minha, mais uma vez sem haver uma explicação racional, eu precisava de continuar a ir aos eventos, aos treinos de Boccia, às atividades de Desporto Escolar para promover a modalidade e o Desporto para todos.
E, para mim, é esta a beleza do Voluntariado, é saber que, apesar de não haver “strings attached”, a necessidade de voltar está lá sempre, de rever os sorrisos, os choros, as alegrias e as vitórias de crianças e jovens que apesar de todas as condicionantes a que estão sujeitos, encaram o quotidiano com sorrisos maiores que o meu, e isso para mim, define-se como o sinônimo do conceito maior do que é ser Voluntário e que nem o trabalho e o patrão mais generoso conseguem suplantar…é impagável.
“Volunteers are not paid….not because they are worthless, but because they are priceless.”
Voluntário na APCAS
Pediram-me para escrever sobre voluntariado, mais concretamente sobre o que é ser voluntário numa grande casa – a APCAS.
Ser voluntário, como é sabido, é ajudar aqueles que mais precisam, de formas várias, durante os nossos tempos livres. Ser voluntário é independente da nossa idade, nacionalidade, etnia, nível académico, credo/religião, da situação profissional ou mesmo dos conhecimentos que temos sobre a área. Parte, principalmente, de uma vontade muito própria de contribuir a nível comunitário e social para a melhoria da qualidade de vida de uma pessoa ou de um grupo, através de pequenos gestos.
Essa é precisamente a minha história: contactei pela primeira vez com a APCAS com 18 anos, estava no secundário, e iria ter estágio no âmbito de uma das disciplina do 11º ano. Convidaram-me, por diversas vezes, a integrar estágios mais “masculinos”, na área dos treinos de Futebol, de Natação, de Atletismo ou mesmo nos Ginásios.
Nada disso me chamava à atenção: queria fazer algo diferente, e mais importante, queria sentir-me útil. Existia, no entanto, um certo preconceito quando se falava em estágios na APCAS, com pessoas portadoras de deficiência – que era um estágio mais direcionado para o sexo feminino, por serem seres mais “sensíveis”.
Mas aqui estou eu, a contar-vos o início desta grande história. Comecei por assistir aos treinos da modalidade de Boccia, como parte integrante do meu estágio. Depois, já no final do ano letivo, convidaram-me para integrar a Colónia de Férias da APCAS, e foi aqui que percebi o verdadeiro valor e compromisso que esta instituição tem para com as pessoas.
Traduzo APCAS numa só palavra – FAMÍLIA.
E como qualquer família, também tem as suas discussões, pessoas que se gostam mais do que outras, mas no final estão todos empenhados num só objetivo: ajudar.
Partilho-vos a admiração que tenho pelas pessoas que estão na base desta família. Começando pelo Carlos Teixeira, que foi o meu coordenador de estágio na altura, passando pelo presidente desta família, José Patrício, duas pessoas totalmente comprometidas com a instituição, que embora tenham vidas profissionais e pessoais próprias, são SEMPRE os primeiros a chegar a todos os eventos organizados e SEMPRE os últimos a sair. Culminando na Ana Barradas, coordenadora da iniciativa da Colónia de Férias, que faz os possíveis e impossíveis para que esta se realize anualmente, numa perspetiva dinamizadora de criação e/ou adaptação de milhares de atividades.
Estou grato pela oportunidade que tive e pela escolha que fiz no secundário. Dizer que aprendi muito e que me desenvolvi enquanto pessoa é pouco, principalmente pelo contacto com as pessoas beneficiárias do apoio da APCAS e também dos restantes voluntários. Lamento, hoje, que a minha vida profissional atual não permita um contacto tão frequente como aquele que tive no passado, na Colónia de Férias, por exemplo, com duas semanas consecutivas a fazer aquilo que eu próprio preciso para me sentir feliz: ser voluntário.
Voluntário na APCAS
Ser voluntário,
Ser voluntário para mim, é querer dar sem estar à espera de receber. É acreditar em algo maior e sentir o que se faz.
É acreditar que se deve fazer o bem sem uma recompensa financeira.
Eu tive a sorte de ser voluntário no sítio certo, na APCAS (Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal) onde fui acolhido como nunca tinha sido em lado algum, onde me mostraram o verdadeiro significado da palavra amor.
Percebi na APCAS que quantidade não é significado de qualidade, e que os “homens” não se medem aos palmos. Fazer voluntariado na APCAS trouxe-me um significado maior para estar neste mundo, onde fiz amizades que nunca imaginaria. Mostrou-me como uma família deve ser, com as suas opiniões, mas a remar na mesma direção.
Não trocaria nada do que vivi na APCAS, com outros voluntários, com os seus técnicos, com a sua direção, mas especialmente com os seus “miúdos”.
Desde colónias de férias que fazem chorar qualquer um quando acabam, aos seus eventos onde se dança em família, sejam cadeirantes aos mais velhos.
Sei que vou levar um amor eterno por esta associação vá para onde for, mas acima de tudo sei que levo amigos especiais, não porque estão numa cadeira de rodas, mas porque são os mais verdadeiros amigos.
Mas sei que não seria possível algo assim sem uma liderança de exemplo dada pelo seu presidente e com o trabalho árduo dos seus técnicos que durante anos movem montanhas por uma causa tão nobre.
Por isso agradeço à APCAS por me ter ajudado a ser e a tornar-me numa pessoa melhor, agradeço ao seu presidente José Patrício por ter sido sempre aberto comigo e acolhedor. Agradeço à Ana Barradas por ter sido um exemplo de trabalho e de amizade e saber tão bem trazer o melhor daqueles que a rodeiam, e as famílias por me mostrarem o que é amor incondicional!
Na APCAS aprendi o que é ser voluntário, e fico eternamente grato, mais que uma associação, uma família!
Obrigado…
Voluntária na APCAS
Ser voluntária da APCAS pra mim é algo bastante revigorante. Revigorante no sentido em que sinto que realmente pudemos fazer a diferença com a mínima das ações. Revigorante quando vemos os sorrisos que pudemos proporcionar.
Somos voluntários porque queremos e ansiamos por ajudar quando é preciso e nos é possível, falo por mim mas acho que pelos meus amigos e colegas que o fazem comigo também. Além disso ser voluntária da APCAS proporcionou-me muitos momentos de lazer e diversão, isto porque fazemos parte de uma associação que pode ser considerada família e que conta com pessoas enormes e com um coração enorme, que me receberam de braços abertos e que sei o que o vão continuar a fazer.
Voluntária na APCAS
Olá a todos! Eu sou a Joana Coutinho, tenho 31 anos e fui voluntária na APCAS entre o período de 2011 e 2015, por sugestão da Dra. Cristina Duarte. A Associação de Paralisia Cerebral de Almada e Seixal acolheu-me muito bem, pois toda a gente foi muito atenciosa comigo. Para mim, foi extremamente importante sentir-me útil naquela fase da vida, pois estava desempregada, sem perspetivas de emprego. Em Setembro de 2015 tive de deixar de ir pois comecei a trabalhar ao sábado de manhã e os horários não eram compatíveis. Não é fácil ser-se voluntário, mas é extremamente gratificante e eu amadureci a minha forma de pensar e de ver o mundo e tudo à nossa volta. Na minha opinião, todos nós deveríamos abraçar esta forma de ajudarmos os outros pelo menos uma vez na vida, na medida em que, muda a nossa perspetiva de vida.
Voluntária na APCAS
Ser voluntário na APCAS… Eu sou voluntária na APCAS já antes de ser APCAS, há vários anos… é muito gratificante porque estamos sempre a aprender, além de nós tentarmos ajudar, apoiar todos aqueles que necessitam desse apoio… é gratificante porque estamos sempre a aprender com eles, tanto no apoio da parte desportiva, como da parte de lazer… E eu gosto muito de estar a ajudar a APCAS como voluntária!
Perspetivas sobre o Voluntariado na APCAS
Beneficiária da APCAS
Olá eu sou a Paula Nunes, venho falar sobre voluntariado e venho falar sobre as colónias da APCAS. Estou nas colônias vai fazer 6 anos… Os voluntários são cinco estrelas, tenho muito orgulho que eles tenham entrado na minha vida. Sempre preocupados com o que nós precisamos, estão sempre a perguntar se nós precisamos de alguma coisa… farto-me de rir com eles, são cinco estrelas!!! Eu queria agradecer muito pelo trabalho deles, porque se não fossem eles não havia colónias. Muito obrigado!
Beneficiário da APCAS
Miguel: Olá! Os voluntários da APCAS são amigos que nos seus tempos livres, e sem ganharem dinheiro nos ajudam a realizar os nossos sonhos.
Sem o contributo deles não era possível fazer-se o churrasco, a colónia de férias, o boccia, andar de avião, onde me diverti muito!
O meu muito obrigado a todos os voluntários que fazem parte da família APCAS e que todos os dias nos ajudam a ser mais felizes. Somos um por todos e todos por um!
Cristina (irmã): Os voluntários da APCAS são uma equipa extraordinária! Dão o seu tempo, talento, compromisso e amor a todas as nossas crianças e jovens. São imprescindíveis para desenvolvermos várias atividades como as colónias de férias que eles tanto gostam! Dão sempre o seu melhor tentando ultrapassar as dificuldades e barreiras que muitas vezes surgem, e sempre com um sorriso no rosto. Sem eles muita coisa não era possível, muito obrigada a todos!
Beneficiária da APCAS
Na APCAS os seus voluntários constituem uma parte muito importante do seu trabalho. São eles que disponibilizam das suas horas pessoais para ajudar a APCAS, para nos ajudar a todos nós. São eles que estão dispostos a trocar algumas horas do seu dia para nos ver sorrir… para colaborar connosco! Obrigada a todos!
Beneficiário da APCAS
Para mim os voluntários da APCAS são pessoas que se oferecem de boa vontade para nos ajudar na APCAS, nas atividades e entre muitas outras coisas, Obrigado voluntários da APCAS, um abraço e um beijinho.
Beneficiária da APCAS
Maria Castro (Mãe): Olá boa tarde. Obrigado à APCAS, obrigado aos voluntários. Sem vocês eu não sei como seria a minha vida e a vida da minha filha, principalmente nas colónias das férias. Obrigado por tudo mesmo! Que continuem a fazer um belo trabalho, obrigado!
Lucinda Moreno: Concordo e muito. Vocês são muito fixes! Por isso, eu concordo muito com a minha mãe. Vocês são um máximo!
Beneficiária da APCAS
Olá. Sou a Soraia Tavares. Tenho 15 anos. Comecei a frequentar a colónia de férias da APCAS em 2017. Não conhecia ninguém, só o João Pedro porque andámos juntos no 1º ciclo. Na colónia há muitos voluntários para nos ajudar em tudo, pois há coisas que não conseguimos fazer sozinhos. Estava muito nervosa nesse primeiro dia mas não havia razões para isso, porque são todos muito amigos, protetores e adoráveis connosco. E adorei ir à primeira colónia da APCAS. A partir daí vou sempre às colónias de férias, pois me sinto segura com os voluntários da APCAS. Beijinhos para todos os voluntários!
Beneficiário da APCAS
Queremos agradecer aos voluntários da APCAS que todos os anos tornam possível a colónia de férias, onde o meu João Pedro costuma participar e passa uma semana fantástica. Para além de todas as atividades maravilhosas que organizam, permitem meninos com paralisia cerebral e não só, puderem disfrutar de muitas atividades no concelho do Seixal. Obrigada!
Beneficiário da APCAS
Gostava de agradecer a todos os voluntários da APCAS. São sem dúvida peças fundamentais desta associação, porque sem a ajuda deles, tudo seria mais difícil de concretizar. Acho incrível fazerem o que eles fazem sem ter qualquer tipo de interesse, por isso o meu muito obrigada a todos.
Beneficiário da APCAS
Ser voluntário da APCAS é dar tudo de nós e não pedir nada em troca, é aproveitar o nosso tempo livre em prol dos outros. É uma enorme riqueza para mim ver o sorriso no rosto do Miguel e saber que podemos contar com a equipa da APCAS para fazer a diferença na vida de todos tanto a nível pessoal como a proporcionarem diversificadas atividades como a colónia de férias, o churrasco, o boccia, feijoadas, passeios TT. Por isso em meu nome, em nome do Miguel e do Rui, quero fazer um agradecimento especial a toda a família APCAS. E mais uma vez Obrigada por existirem e também estamos ao vosso dispor.